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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Veja e Ibope flagrados.Os talibãs da desinformação.



Para Pereio, Veja é o PCC da comunicação, a Talibã da imprensa.  Revista incitou jovens candidatos do Enem para desrespeitarem edital, resultado: dezenas foram desclassificados por atenderem ao pedido da publicação da Abril [clique na imagem para ampliar]
 Segundo publicação do portal Brasil 247, a revista Veja aprontou mais uma de suas canalhices: teria incitado participantes do Enem a fotografarem as provas e enviarem pelo Instagram para publicação em seu site, com a seguinte chamada: "Compartilhe fotos do Enem no Instagram: #VEJAnoEnem . As melhores serão exibidas em VEJA goo.gl/e2wq1 ".

Esta convocação ao desrespeito das normas estabelecidas no edital do concurso foi feito no twitter institucional da revista e demonstra, mais uma vez, o tipo de jornalismo que esta publicação se dispõe a fazer.

Resultado: dezenas de participantes foram desclassificados por atenderem ao pedido criminoso da Veja.
Paulo César Pereio em seu twitter foi feliz ao classificar o ato do grupo Abril como delinquência, segundo suas próprias palavras: "Veja partiu para a delinqüência. Inventa matéria contra Lula, frauda prova do Enem... É a talibã da imprensa, o PCC da comunicação."

Última pesquisa  Ibope para o primeiro turno em Curitiba colocava o prefeito eleito, Gustavo Fruet, em terceiro lugar, sem qualquer chances de chegar ao segundo turno...

Ibope
No mesmo Brasil 247, outra matéria dá conta de que o Ibope está sendo denunciado por um grupo de ex-pesquisadores sobre irregularidades cometidas durante as últimas pesquisas eleitorais.

Um denunciante, que pediu demissão do instituto de pesquisa, apresentou a seguinte justificativa para sua saída: "Trabalho no IBOPE realizando as pesquisas de eleição. Realmente os resultados são bem diferentes em relação à pesquisa que fazemos e o que é divulgado na mídia. Pedi minha demissão hoje, 14/09, por este e outros motivos!!".

Nesta mesma matéria são apontadas várias irregularidades cometidas pelo Ibope, como uso de formulários falsos, dirigismo da pesquisa sobre a vontade do pesquisado, interferências políticas, balcão de negócios. Estas e outras mais denúncias servem para comprovar o pouco que resta de credibilidade aos institutos de pesquisa no país.

E não somente em pesquisas eleitorais!

O instituto de Carlos Augusto Montenegro foi condenado na 32ª Vara Cível de São Paulo a ressarcir a Rede Record em R$ 326 mil por ter sido levada a erro por falha em equipamento real time do instituto.

Este erro causou prejuízos à emissora na definição de estratégia em sua grade de programação...
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via Portal Luis Nassif

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Índios Guarani-Kaiowá repudiam reportagem da Veja: "racista e mentirosa".


Lideranças da comunidade indígena Guarani-kaiowá emitiram, na segunda-feira (5), nota de repúdio à reportagem publicada na revista Veja sobre a situação dos indígenas no Mato Grosso do Sul. Para eles, a matéria assinada por Leonardo Coutinho é racista e discriminatória

“Fica evidente que o jornalista Leonardo Coutinho não procura compreender e divulgar a realidade dos Guarani e Kaiowá, faltando com a verdade total consigo mesmo, ou melhor, se desrespeitando e mentindo para todos cidadãos do Brasil”, escreveram as lideranças.
índios guarani kaiowá revista veja
Povo Guarani-kaiowá repudia oficialmente reportagem da revista Veja. (Foto: reprodução)
A revista, publicada na sexta-feira (2), teria argumentado que ONGs e antropólogos manipulam a luta dos indígenas pela retomada de suas terras. O texto exalta a produtividade do agronegócio no MS e diz, de forma irônica, que índios ameaçam tomar todo o território brasileiro.
“A revista Veja, como sempre, não perdeu a oportunidade de apresentar a imagem dos Guarani e Kaiowá como seres incapazes, como se nós indígenas não fossemos seres humanos pensantes, fomos considerados como selvagens e truculentos”, afirmam os indígenas em nota.
Os Guarani-kaiowá aproveitaram a carta paraagradecer aos cidadãos brasileiros que demonstraram apoio a sua causa através das redes sociais.
Confira a carta na íntegra abaixo:

Nota de repúdio da Aty Guasu frente à divulgação de Guarani e Kaiowá na revista Veja

Esta nota das lideranças de Aty Guasu Guarani e Kaiowá visa destacar a importância das manifestações públicas conscientes de cidadão (ã) do Brasil em defesa da vida Guarani e Kaiowá.
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Além disso, pretendemos repudiar reiteradamente a divulgação e posição racista e discriminante de jornalista Leonardo Coutinho da REVISTA VEJA.
Observamos que na última semana, a REVISTA VEJA divulgou os temas: “VISÃO MEDIEVAL DE ANTROPÓLOGOS DEIXA ÍNDIOS NA PENÚRIA” E “NAÇÃO” GUARANI. Autor-jornalista é o Leonardo Coutinho.
A princípio, nós lideranças Guarani e Kaiowá entendemos que os cidadãos (ãs) brasileiros (as) merecem respeito, em geral, esperam de um jornalismo democrático um resultado da investigação justa e séria dos fatos para divulgá-los com ética e responsabilidade, demonstrando fielmente versões das partes envolvidas de modo a que a opinião pública possa construir conhecimento isento a respeito do tema divulgado, não é o que se constata na REVISTA VEJA diante da situação do Guarani e Kaiowá em foco.
Em primeiro lugar, constatamos que na divulgação mencionada de REVISTA VEJA há manifestação de racismo, preconceito e discriminação. Assim, fica evidente que o jornalista Leonardo Coutinho é racista, ele não procura compreender e divulgar a realidade dos Guarani e Kaiowá, faltando com a verdade total consigo mesmo, ou melhor, se desrespeitando e mentindo para todos (as) cidadãos (ãs) do Brasil. Visto que esse jornalista racista da REVISTA VEJA nem se preocupa em fazer o trabalho de jornalista a partir de uma aproximação minimamente científica, mas ele fez e divulgou o tema Guarani e Kaiowá de modo distorcida a partir de corpus de informações sem fundamento, meramente embasado em senso comum e sem valores científicos.
No contexto atual, é importante se observar que diante da manifestação contínua dos cidadãos (ãs) do Brasil em favor da demarcação e devolução de territórios tradicionais aos Guarani e Kaiowá, a imprensa REVISTA VEJA, como sempre, não perdeu a oportunidade de apresentar, mais uma vez, a imagem dos Guarani e Kaiowá como seres incapazes, como nós indígenas não fossemos seres humanos pensantes, fomos considerados como selvagens e truculentos; assim, nesta manchete da REVISTA VEJA há, antes de tudo, incitação ao preconceito, a discriminação e ao ódio o que acaba por colocar em risco total toda a população Guarani e Kaiowá, alimentando violências, racismo, discriminação e estigmas sobre os Guarani e Kaiowá, por isso, nós lideranças da Aty Guasu pedimos as autoridades competentes para realizar uma investigação rigorosa e punição cabível ao autor, Leonardo Coutinho que foi responsável pela divulgação de imagem negativa Guarani e Kaiowá na REVISTA VEJA.
Diante dessa divulgação infundada da REVISTA VEJA a respeito de luta Guarani e Kaiowá, nós lideranças indígenas não acreditamos que a maioria dos cidadãos (ãs) do Mato Grosso do Sul e do Brasil tenha conhecimento sobre Guarani e Kaiowá somente a partir do senso comum a distância, porém compreendemos que todos (as) brasileiros (as) manifestantes são educados e adquirem os seus conhecimentos sobre a situação atual Guarani e Kaiowá a partir de observações diretas da realidade do grupo social que por isso têm fundamentos para refletir e se manifestar como cidadão (ã). De fato, é isso que está ocorrendo no último mês no Brasil, cidadãos (ãs) conscientes se manifestaram e ainda se manifestam, através das redes sociais e em espaços públicos, em favor da vida dos Guarani e Kaiowá, exigindo as efetivações de direitos humanos e indígenas. Porém, o jornalista Leonardo da REVISTA VEJA considera que esses cidadãos (ãs) manifestantes seriam ignorantes e não conheceriam as situações dos Guarani e Kaiowá, os tachando de ignorantes aos cidadãos (ãs) em manifestação. Em nosso entendimento, como indígenas Guarani e Kaiowá, consideramos sim que esses cidadãos (ãs) manifestantes de várias federações do Brasil conhecem muito bem a nossa história e nossa situação atual, por essa razão ampla se manifestam em favor de nossa vida para garantir a nossa sobrevivência. Enquanto o Leonardo Coutinho da REVISTA VEJA tenta colocar os Guarani e Kaiowá em risco total além de ignorar os conhecimentos dos cidadãos (ãs) manifestantes.
Queremos deixar evidentes que nós lideranças da Aty Guasu Guarani e Kaiowá de modo autônomos e conscientes vimos lutando pela recuperação de nossos territórios antigos, essa luta pelas terras tradicionais é exclusivamente nossa, nós somos protagonistas e autores da luta pelas terras indígenas, nós envolvemos os agentes dos órgãos do Estado Brasileiro, os agentes das ONGs e todos os cidadãos (ãs) do Brasil e de outros países do Mundo.
Finalizando, nós lideranças da Aty Guasu Guarani e Kaiowá de modo conscientes vamos lutar sem parar pela recuperação de nossas terras antigas, juntamente com cidadãos (ãs) manifestantes do Brasil em destaque, continuremos a lutar contra GENOCÍDIO Guarani e Kaiowá e iremos insistir na necessidade premente do Estado brasileiro se envolver profundamente com o nosso problema Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul. Sabemos que Governo do Brasil tem seu dever Constitucional assumir e decidir com firmeza e rigor uma dinâmica eficaz para fazer respeitar Direitos Humanos e Indígenas no Mato Grosso do Sul. Entendemos perfeitamente que é dever do Estado brasileiro viabilizar recursos financeiros e humanos, refletir e planejar estratégias que culminem em soluções efetivas aos problemas fundiários dos Guarani e Kaiowá aqui focada. Diferentemente da REVISTA VEJA, temos grande esperança e entendemos que os apoios de manifestantes dos cidadãos (ãs) do Brasil deverão contribuir, no tempo, para melhorar a qualidade de vida dessa grande parcela do nosso povo Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul.
Por fim, prestamos o nosso imenso agradecimento a todos (as) cidadãos (ãs) manifestantes pela compreensão e atenção merecida. A nossa luta continua contra GENOCÍDIO.
Atenciosamente,
Tekoha Guasu Guarani e Kaiowá, 04 de novembro de 2012
Lideranças da Aty Guasu Guarani e Kaiowá-MS
Sul 21
com Pragmatismo Político

domingo, 4 de novembro de 2012

Collor tem novas provas contra Gurgel e Policarpo (da Veja)


Collor pergunta: a Veja tinha ou não tinha controle sobre as atividades de Policarpo, esse chumbeta ?

                                                                                                                                   
Ofício 378 AC18 da Polícia Federal, de 2 de agosto de 2011, transcrição de telefonema às 16h45:

- Cachoeira – Fala, Junior ! (“Junior” é um dos apelidos de Policarpo na organização criminosa. Outro é “Caneta”.)

- Policarpo – Tudo bem… E aquele nosso negócio ?

Cachoeira fala do Parque Mutirama e “operação” que envolve a bilheteria do parque.

E adverte que um repórter “do” Policarpo, o Gustavo Ribeiro, estava em Goiânia atrás da verba do Mutirama.

Policarpo diz que vai ver o que é.

E pergunta como está aquele negócio da fazenda.
 
Cachoeira diz que está tudo com ele (provavelmente Gustavo).

E diz a Policarpo: olha o que Gustavo está fazendo, vê aí o que ele precisa.

O Senador Fernando Collor subiu à tribuna do Senado, neste dia 30 de outubro, para pedir a prorrogação do prazo de encerramento da CPMI do Robert(o) Civita.

E reproduziu esse novo diálogo entre o diretor da Veja em Brasília e o chefe do crime organizado.

Collor pergunta: a Veja tinha ou não tinha controle sobre as atividades de Policarpo, esse chumbeta ?

E o Robert(o) Civita tinha ou não tinha o chamado “domínio do fato” sobre a atividade criminosa ?

Que, além de ser o “Godfather” da Veja, Civita instituiu a “policarpia” na Veja, com Policarpo e outros, também “filhos da pauta”.

Collor volta a chamar o brindeiro Procurador Roberto Gurgel de prevaricador, por ter sentado em cima da investigação da Operação Vegas – que atingiria o senador Demóstenes Torres.

Collor conta que no dia 2 de março de 2012 procuradores subordinados a Gurgel passaram à Veja ( ao supra-citado Gustavo) documentos das operações Vegas e Monte Carlo, que corriam sob segredo de Justiça.

Collor chega a chamar a Procuradoria Geral da República de “cafua”.

Collor volta a pedir que a CPMI que recolha os depoimentos do brindeiro Gurgel e seus procuradores, e de Policarpo, a policarpia e Robert(o) Civita.

                                                                                                                                                                          
                                                          

E o brindeiro Gurgel, amigo navegante, é aquele que quer recolher o passaporte e prender o Dirceu …

Viva o Brasil !

Como diria o Protógenes, jornalista bandido bandido é.


Paulo Henrique Amorim



via Guerrilheiro Virtual                                                   


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A imbecilização de Merval Pereira.

                                                                                                                                                                           

Como todo o PiG, Merval Pereira, o imoral da ABL, dá crédito a matéria de capa da Veja dessa semana, que traz novas supostas declarações de Marcos Valério contra o estadista Lula.Curioso é que, assim como o resto do PiG, Merval Pereira não deu crédito às capas de CartaCapital que trouxeram reportagem sobre o livro a Privataria Tucana e sobre os R$ 175 reais recebidos por Gilmar Mendes do Mensalão Mineiro.Mas deixa pra lá, o PiG sempre age assim:aos seus parceiros, tudo, aos não parceiros, o rigor da lei.Pois bem, num testículo escrito por Merval Pereira no dia de hoje há uma série de ilações maldosas, mas o que se destaca mesmo é essa passagem:O tema saiu da redoma que o protegia há sete anos e está colocado publicamente. Seria bom se Lula viesse a público dar a sua versão dos fatos, em vez de querer negá-los. Mas teria que ser uma versão definitiva, com começo, meio e fim, e não as versões desencontradas que vem dando ao longo desse tempo, quando já vestiu a roupa de traído, já pediu desculpas “pelos graves erros cometidos”, já disse que se tratava de caixa dois e, por fim, prometeu provar que tudo não passara de uma “farsa” cujo objetivo final seria a sua deposição.Não Merval, Lula não tem de vir a público falar sobre reportagem fabricada com o intuito de prejudicá-lo.Lula não fez isso quando a Veja, em conluio com Daniel Dantas, o acusou de ter dólares em paraísos fiscais, nem fará agora.Lula é muito maior que Veja, Estadão, Globo, Época, IstoÉ e, principalmente, você, que é uma verdadeiro pilantra, mau-caráter, um cara de pau que nunca vai aceitar que um ex-torneiro mecânico mudou o Brasil para melhor.Merval, você tem mais é que tomar no seu cu imundo.Deixa Lula em paz, filho da puta!

via O TERROR DO NORDESTE