terça-feira, 1 de outubro de 2013

Coca-Cola no Brasil tem 66 vezes mais chances de causar câncer por ser mais contaminada.




De acordo com estudo, refrigerante vendido no país é o mais 'contaminado'. Coca-Cola repetiu que o corante usado em todos os seus produtos é seguro


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Um estudo divulgado  pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI), uma organização norte-americana da área de nutrição e segurança alimentar, voltou a colocar a Coca-Cola na berlinda. O estudo mostrou que o refrigerante fabricado no Brasil tem 66 vezes mais substância suspeita de ser cancerígena do que a bebida nos Estados Unidos. 

Além do Brasil, a entidade também mostrou que o refrigerante vendido em nove países, pode provocar câncer, devido à presença "alarmante" da substância 4-MEI, um subproduto do chamado caramelo 4, que dá a pigmentação às bebidas. A substância foi incluída em uma lista de agentes cancerígenos depois que pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos indicou a conexão entre o 4-MEI e o desenvolvimento de câncer em ratos.

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A situação só é diferente no estado da Califórnia, onde a substância química praticamente foi eliminada. Segundo o CSPI, amostras da Califórnia examinadas recentemente mostravam apenas 4 microgramas de 4-MI por lata da bebida. O estado agora exige um alerta no rótulo de um alimento ou bebida se houver a chance de o consumidor ingerir mais de 30 microgramas por dia. Nas amostras brasileiras, havia 267 microgramas de 4-MI por lata. Já na Coca-Cola do Quênia, foram registrados 177 microgramas e 145 microgramas em amostras adquiridas em Washington.

Em resposta ao estudo, a Coca-Cola voltou a afirmar que a companhia já determinou aos fornecedores de corante caramelo que modifiquem o processo de fabricação do produto. A Coca-Cola também afirmou que empresa tomou a iniciativa, apesar de acreditar que não há risco para a saúde pública que justifique a alteração na composição do refrigerante. Confira o estudo na íntegra.



via www.folhasocial.com

Hambúrgueres do Mc Donald's não são atos para consumo humano.


Foto registrada dentro da fábrica que  produz hambúrgueres para o
MCDonald's Foto : Directo al paladar 

Chef revela que o restaurante ‘lava’ as carnes que não são aptas para o consumo com um agente antimicrobiano para usá-las como matéria-prima na preparação dos hambúrgueres


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A carne que a rede de fast food McDonald’s inclui em seus hambúrgueres não é apta para o consumo humano, pois é “lavada” com substâncias tóxicas, assim demonstrou um chef ativista britânico.

Jamie Oliver, em seu programa de televisão na BBC, demonstrou como o McDonald’s ‘lava’ as peças de carnes que não são aptas para o consumo com um agente antimicrobiano, o hidróxido de amônio, para poder usá-las como matéria-prima na preparação dos hambúrgueres.

“Estamos falando de carnes que teriam sido vendidas como alimento para cachorros e que após este processo são servidas para seres humanos. Além da qualidade da carne, o hidróxido de amônio é prejudicial à saúde”, disse Oliver.

Depois  de revelada esta ‘lavagem da carne’, a rede McDonald’s decidiu modificar sua receita, embora porta-vozes da companhia tenham negado que tenha sido em resposta à iniciativa do chef.

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“Que ser humano, em seu juízo normal, colocaria um pedaço de carne encharcada em hidróxido de amônio na boca de uma criança?”, questionou Oliver.

Contudo, se você já comprou um hambúrguer do McDonald’s e esta informação o desorientou, não se preocupe, pode guardá-lo para comer depois, inclusive anos mais tarde, caso queira. Em abril passado, veio à luz a história de um cidadão estadunidense que conservou um sanduíche em perfeito estado: sem fungos, mofo e nem odor, durante 14 anos.

Comunicación Popular, Tradução: Cepat

via www.folhasocial.com.br

OAB pedirá cassação de Feliciano e Bolsonaro.

Em conjunto com mais de vinte entidades ligadas aos direitos humanos, OAB vai pedir a cassação de Marco Feliciano e Jair Bolsonaro

feliciano bolsonaro oab cassação
OAB vai pedir cassação de Marco Feliciano e Jair Bolsonaro (Foto: Agência Câmara)
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) concluiu a denúncia contra Marco Feliciano(PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) por campanha de ódio. Em conjunto com mais de vinte entidades ligadas aos direitos humanos, a entidade deve enviar a denúncia ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Os grupos querem entrar com uma representação junto à Corregedoria da Câmara, acusando os dois parlamentares de quebra de decoro parlamentar em virtude de divulgação de vídeos considerados difamatórios, o que poderia resultar na cassação dos mandatos de ambos.

Vídeos

Em um dos vídeos, Bolsonaro teria editado a fala de um professor do Distrito Federal em audiências na Câmara para acusá-lo de pedofilia e fez o mesmo com a fala de uma psicóloga do DF. O deputado utiliza imagens de deputados a favor da causa homossexual para dizer que eles são contrários à família.


Já Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa, é denunciado por um vídeo atacando opositores políticos e lideranças do movimento que são favoráveis à causa de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis (LGBT), que foi postado pela assessoria do deputado. Ele nega qualquer relação com o vídeo. “Não fizemos o vídeo. A minha assessoria viu, achou interessante e postou”, disse.

Rebaixamento

Para o presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) da OAB, Wadih Damous, essas campanhas de ódio representam o rebaixamento da política brasileira. “Pensar que tais absurdos partem de representantes do Estado, das Estruturas do Congresso Nacional, é algo inimaginável e não podemos ficar omissos. Direitos Humanos não se loteia e não se barganha”, disse.
Em reunião com a CNDH da entidade dos advogados estiveram presentes, além dos deputados acusados na campanha difamatória, representantes da secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, do Conselho Federal de Psicologia, e ativistas dos movimentos indígena, de mulheres, da população negra, do povo de terreiro e LGBT. Damous garantiu que “a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB será protagonista no enfrentamento a esse tipo de atentado à dignidade humana”.
Com informações do Correio do Brasil









                                                                                                                                                                                                                                                             

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Terceiro mandato de Merkel é ditadura?

O jornalista Alexandre Haubrich, do portal Jornalismo B, analisa as diferentes abordagens da mídia quanto à reeleição da chanceler alemã e os mandatos de líderes como Hugo Chávez e Lula 
Por Alexandre Haubrich, do Jornalismo B
A análise comparativa, associada à memória, desmascara a falsa imparcialidade do setor midiático dominante. A eleição da chanceler alemã Angela Merkel para o terceiro mandato consecutivo, no último domingo, leva diretamente à lembrança de outros chefes de governo que alcançaram ou flertaram com uma segunda reeleição seguida. A formulação do discurso desse setor da mídia foi absolutamente distinto em um e em outro caso, ainda que sejam situações de grande semelhança real. Essa comparação demonstra, assim, o afastamento que a mídia hegemônica mantém com a realidade objetiva, distorcendo as narrativas de acordo com interesses bastante específicos.
Mesmo sem nunca ser dito – ao menos abertamente – por ele, o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva foi colocado pelos conglomerados midiáticos como postulante a um terceiro mandato logo na sequência dos dois que exerceu. A ideia acabou não se consumando, Dilma Rousseff foi a candidata da situação e a eleita, mas a lição ficou clara: os donos da mídia não aceitariam que um presidente petista, naquele momento, se lançasse a uma nova reeleição. A possibilidade, jamais levantada publicamente por Lula mas mesmo assim tocada pelos meios de comunicação, foi sempre fortemente atacada. Lula foi chamado de candidato a ditador, se disse que ele pretendia “perpetuar-se no poder”, que a democracia brasileira estava “em risco”, que poderia ser um “novo Hugo Chávez”.
Com o ex-presidente venezuelano, aliás, não foi diferente. Chávez sempre foi tachado – em vida e já morto – de “ditador” por uma parte importante da imprensa brasileira. Uma das razões alegadas para classifica-lo assim era – e é – a “perpetuação no poder”, a “vontade de seguir no poder até morrer”, enfim, os mandatos consecutivos (foram três os mandatos que Chávez acabou exercendo).                                                                                                                                                                              


Com Merkel, tudo diferente. O tom geral é de exaltação de sua popularidade, o destaque sobre como os alemães veem nela uma “mãe”, a importância de sua liderança. Nada sobre um possível caráter “ditatorial” ou “antidemocrático” em sua terceira eleição consecutiva. Talvez por ser ela uma representante típica da direita, por estar levando à frente políticas de arrocho que esmagam os países e os povos vizinhos, sendo inclusive constantemente comparada com Hitler. Ou a amistosidade pode ser ainda por Merkel ser eleita em um país central do capitalismo, típica nação na qual a ideologia dominante em um país periférico como Brasil manda observar e admirar, enquanto a Venezuela, a América Latina em geral – incluindo o próprio Brasil – são lugares dos quais se deve como norma falar mal, os quais devem ser sempre apresentados como “repúblicas das bananas”, dominadas por “ditadores populistas e corruptos”, muito ao contrário da grande e democrática Alemanha, dos Estados Unidos, etc.
O fundo das críticas, como se vê, não se direciona à forma – dois, três ou dez mandatos – mas ao conteúdo. Governantes progressistas não têm sua legitimidade respeitada nem em seus primeiros mandatos. Quando os eleitos agradam ao ideário dos conglomerados de comunicação, são exaltados e brindados, durem quanto durarem. O mesmo se dá em relação a qualquer setor social e a qualquer fato levado à cobertura jornalística. A superficialidade formal pouco importa aos donos da mídia e ao imaginário das organizações que comandam, desde que o conteúdo os faça mais poderosos econômica, ideológica e politicamente.
(Foto de capa: Junge Union Deutschlands / Flickr)

da Revista Forum

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Professores paranaenses convocam greve contra calote de Beto Richa.

APP-Sindicato convoca assembleia, no próximo dia 28, que poderá deflagrar greve por tempo indeterminado na educação do Paraná; Richa e Arns deram calote de R$ 50 milhões nos educadores; ao estilo do Velho Oeste norte-americano, professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado espalham nas redes sociais cartazes com a foto do governador com a inscrição: “Procura-se”; vem aí nova temporada de protestos contra o tucanato; Palácio Iguaçu se apega à Resolução Conjunta 02/2013, de 2 de setembro, para justificar o tombo que deu no magistério paranaense; acordo foi fechado dia 30 de agosto, data que antes era lembrada pela truculência física contra professores e funcionários das escolas da rede pública, agora se transformou no Dia do Calote.

Cerca de 100 mil educadores paranaenses deverão entrar em greve por tempo indeterminado, a partir de 1º de outubro, Mês do Professor, contra calote aplicado pelo governo de Beto Richa (PSDB). Os leitores deste blog souberam desse “tombo” em primeira mão na sexta (clique aqui para relembrar).
Professores e funcionários das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná se dizem enganados pelo governo e seu vice, Flávio Arns (PSDB), secretário da Educação, que no último dia 30 de agosto assumiu compromisso de pagar atrasados de R$ 50 milhões. A data expirou no último dia 13 sem, no entanto, entrar sequer um centavo na conta bancária dos educadores.
A APP-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná) realizará no próximo dia 28 de setembro uma assembleia para aprovar a greve.
Em dezembro de 2012, o sindicato chegou aprovar greve da categoria para o início do ano letivo — em março de 2013 –, mas recuou em assembleia depois de promessas renovadas pelos tucanos Richa e Arns (também não cumpridas).
Além da greve programada, a APP-Sindicato espalhou pelas redes sociais um cartaz com foto do governador com os dizeres “Procura-se o governador” — ao estilo Velho Oeste norte-americano — pedindo informações sobre a agenda do tucano nas cidades do interior.
O calote do governo Richa em cima dos educadores tem a ver com débitos relativos a promoções, progressões, diferença do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), novo enquadramento do Quadro de Funcionários da Educação Básica (QFEB).

Bandeira de Mello coloca a imprensa em seu devido lugar.

                                           BANDEIRA DE MELLO: "EMBARGOS INFRINGENTES CONSTAM NO REGIMENTO DO STF".

"A imprensa tomou como se fosse uma questão de honra obter a condenação dos réus. Mas esta é uma posição da imprensa. Não é uma posição da sociedade. É muito comum as pessoas dizerem "é a voz do povo; a voz das ruas". Que voz do povo é essa? É a voz de meia dúzia de donos de meios de comunicação. É isto e nada mais". (Bandeira de Mello) 



CBN, a rádio que troca a notícia, poderia ficar sem essa.