Cu também é cultura,de acordo com uma Galeria de Arte de Paris.Confira abaixo:
O cu é o que nos une a todos numa condição única.
Cu todo mundo tem.
Fonte: http://demolitioninc.blogspot.com.br
terça-feira, 17 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Platéia do Rock In Rio grita "Ei,Cabral,vai tomar...';assista.
Durante a apresentação da banda Detonautas, o vocalista Tico Santa Cruz teceu críticas a ações governamentais e cedeu espaço à plateia, a qual entoou gritos contra o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
Assista abaixo:
via Política na Rede.com
64/90 x Pupin.
O brasileiro leigo em direito conheceu nos últimos dias a expressão “embargos infringentes”, um recurso a que têm direito os condenados em julgamentos por colegiados, onde a decisão não seja por unanimidade. Ouvi Ministros favoráveis e contra o direito dos condenados na Ação 470, conhecida por Mensalão do PT (há o mensalão do PSDB, que aconteceu primeiro), como há compra de apoios na maioria das Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, que se poderia denominar de mensalões, mensalinhos, mesadas, como se quiser. Ouvindo os votos dos ministros favoráveis, fico com a impressão que eles têm razão. Os contrários também, portanto estou dividido, mas inclinado a acreditar que os favoráveis estão certos. Se prefeitos, por exemplo, que são julgados pelos tribunais de justiça dos estados, têm direito de recorrer para outra instância, os réus desta ação, que foram julgados por uma única instância, e não houve unanimidade, também têm. Acho que ficou em boas mãos a decisão, pois o ministro Celso de Melo é um dos mais respeitáveis e não pode ser acusado de ter sido nomeado por Lula ou Dilma.
Gostaria de destacar apenas os votos dos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio, contra os infringentes, e comparar com os dados por eles, no TSE, nos caso Pupin, onde a meu ver foram ‘infringentes’ com a lei 64/90, esta sim, clara, cristalina, sem margem para dúvidas no seu Art. 1 § 2º: “O Vice-Presidente, o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a outros cargos, preservando os seus mandatos respectivos, desde que, nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito, não tenham sucedido ou substituído o titular”.
Felizmente no caso Pupin não cabe este tipo de recurso. O placar, no momento, está em 6 a 3 pela cassação do registro (um voto do juiz de 1ª instância e os dois dos ministros citados, favoráveis a Pupin e seis dos Desembargadores do TRE-PR contra). Faltam cinco votos e basta que quatro ministros não infrinjam a lei 64/90, para que a justiça seja feita, e justiça é o que todos desejamos, seja em um caso ou no outro. Que os culpados sejam punidos.
Akino Maringá, colaborador
Gostaria de destacar apenas os votos dos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio, contra os infringentes, e comparar com os dados por eles, no TSE, nos caso Pupin, onde a meu ver foram ‘infringentes’ com a lei 64/90, esta sim, clara, cristalina, sem margem para dúvidas no seu Art. 1 § 2º: “O Vice-Presidente, o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a outros cargos, preservando os seus mandatos respectivos, desde que, nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito, não tenham sucedido ou substituído o titular”.
Felizmente no caso Pupin não cabe este tipo de recurso. O placar, no momento, está em 6 a 3 pela cassação do registro (um voto do juiz de 1ª instância e os dois dos ministros citados, favoráveis a Pupin e seis dos Desembargadores do TRE-PR contra). Faltam cinco votos e basta que quatro ministros não infrinjam a lei 64/90, para que a justiça seja feita, e justiça é o que todos desejamos, seja em um caso ou no outro. Que os culpados sejam punidos.
Akino Maringá, colaborador
Restos de casa construída há 3 mil anos são encontrados na Amazônia equatoriana.
Arqueólogos franceses e equatorianos descobriram na Amazônia do Equador os restos de uma casa construída há cerca de três mil anos, a mais antiga da região amazônica, segundo disse à Agência Efeo arqueólogo Stéphen Rostain, diretor da pesquisa.
"Encontramos buracos de fornos e vestígios de cerâmica e pedras", disse Rostain, ao explicar que o que acharam foram "as marcas da casa mais antiga da Amazônia no Equador", perto de Puyo, na província de Pastaza. O arqueólogo detalhou que encontraram o lugar há dois anos e abriram o campo em julho, quando cavaram um metro de profundidade e aproximadamente 90 metros quadrados de diâmetro.
A descoberta "é totalmente nova, ninguém tem conhecimento dela", assegurou o especialista ao comentar que, quando fizeram as prospecções há dois anos, encontraram uma forma do que seria uma fornalha.
"As fornalhas construídas com pedras são geralmente muito antigas, de entre 1.800 e 500 a.C.. Tiramos algumas amostras que nos remeteram a uma data de há três mil anos, e este ano encontramos todas as marcas de pilastras com as quais conseguimos reconstruir (em papel) a casa", disse.
agência Efe
"Encontramos buracos de fornos e vestígios de cerâmica e pedras", disse Rostain, ao explicar que o que acharam foram "as marcas da casa mais antiga da Amazônia no Equador", perto de Puyo, na província de Pastaza. O arqueólogo detalhou que encontraram o lugar há dois anos e abriram o campo em julho, quando cavaram um metro de profundidade e aproximadamente 90 metros quadrados de diâmetro.
A descoberta "é totalmente nova, ninguém tem conhecimento dela", assegurou o especialista ao comentar que, quando fizeram as prospecções há dois anos, encontraram uma forma do que seria uma fornalha.
"As fornalhas construídas com pedras são geralmente muito antigas, de entre 1.800 e 500 a.C.. Tiramos algumas amostras que nos remeteram a uma data de há três mil anos, e este ano encontramos todas as marcas de pilastras com as quais conseguimos reconstruir (em papel) a casa", disse.
agência Efe
Em uma gráfica, o especialista mostrou os pontos que disse corresponderem às marcas das pilastras. "Reconstituindo isso, temos uma casa em formato oval, parecida às casas atuais, mas a diferença é que essa tem três mil anos. É a casa mais antiga de toda a Amazônia (...), mais antiga inclusive que as conhecidas no Brasil", afirmou.
Tronco como pilastra
A "maior descoberta", disse, foi o fato de, quando a casa foi construída, terem usado o tronco de uma árvore como pilastra, colocando-o de cabeça para baixo, enterrado na camada freática: "Isso economiza o trabalho humano, não é necessário talhar o tronco e assim a árvore não cresce novamente", comentou.
A "maior descoberta", disse, foi o fato de, quando a casa foi construída, terem usado o tronco de uma árvore como pilastra, colocando-o de cabeça para baixo, enterrado na camada freática: "Isso economiza o trabalho humano, não é necessário talhar o tronco e assim a árvore não cresce novamente", comentou.
As marcas achadas mostram que a casa foi construída no formato oval, com 17 metros de comprimento e 11 de largura. "A sua construção é um pouco parecida com a atual dos achuar e dos quichua", e a maior diferença é a fornalha feita de pedra, disse o diretor do projeto, que comentou que deram o nome de Pambay à cultura da zona pelo rio próximo.
Entre outras coisas, a organização do III Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica, que é realizado nesta semana em Quito, não lhe permitiu avançar mais no estudo de dados vinculados com o achado: "Agora sabemos como mais ou menos era a casa dos moradores de há três mil anos".
"Ao sabermos as plantas que comiam vamos saber qual era a sua dieta; com a cerâmica, vamos conhecer sua arte, pelo tipo de lugar onde construíram a casa, conheceremos a relação que tinham com o meio ambiente", declarou.
O especialista francês, que começou com as escavações há mais de 15 anos no Equador, diz sentir-se "feliz" pela descoberta e garante que "tocar algo que não foi tocado durante três mil anos sempre é um prazer".
"Somos procuradores de tesouros, como se fossemos umas crianças", comentou entre risos quem sugeriu a criação de um museu na região onde foi feita a descoberta.
Entre outras coisas, a organização do III Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica, que é realizado nesta semana em Quito, não lhe permitiu avançar mais no estudo de dados vinculados com o achado: "Agora sabemos como mais ou menos era a casa dos moradores de há três mil anos".
"Ao sabermos as plantas que comiam vamos saber qual era a sua dieta; com a cerâmica, vamos conhecer sua arte, pelo tipo de lugar onde construíram a casa, conheceremos a relação que tinham com o meio ambiente", declarou.
O especialista francês, que começou com as escavações há mais de 15 anos no Equador, diz sentir-se "feliz" pela descoberta e garante que "tocar algo que não foi tocado durante três mil anos sempre é um prazer".
"Somos procuradores de tesouros, como se fossemos umas crianças", comentou entre risos quem sugeriu a criação de um museu na região onde foi feita a descoberta.
“Muito o que descobrir”
O especialista francês garantiu que ainda há muito por descobrir da Amazônia, onde há savanas, pântanos, montanhas e uma grande biodiversidade. "São sete milhões de quilômetros quadrados, ou seja, o tamanho dos Estados Unidos ou da Europa", exemplificou.
O especialista francês garantiu que ainda há muito por descobrir da Amazônia, onde há savanas, pântanos, montanhas e uma grande biodiversidade. "São sete milhões de quilômetros quadrados, ou seja, o tamanho dos Estados Unidos ou da Europa", exemplificou.
"Na Europa digamos que há 30 idiomas e dez famílias lingüísticas. Na Amazônia, no mesmo território, atualmente temos 200 idiomas e 80 famílias lingüísticas", comentou, acrescentando que, por outro lado, existe essa diversidade pois os indígenas eram nômades.
Segundo ele, não se sabe muito da rede de caminhos que havia pela Amazônia e lamentou que esta ainda seja vista como um "mundo selvagem" onde agora a densidade da população é de 0,5 habitantes por quilômetro quadrado, mas onde havia lugares "com 10, 15, 20 habitantes por quilômetro quadrado; até 100 no litoral das Guyanas", disse.
"Estou falando de uma Amazônia muito povoada, todos interligados, mas com idiomas diferentes. Era como a rede da web, mas com seres humanos", disse Rostain, que lembra que, quando começou, há 35 anos, a trabalhar na Amazônia, havia "menos de 10" arqueólogos trabalhando nos sete milhões de quilômetros quadrados. Agora são centenas neste "continente verde", concluiu.
Segundo ele, não se sabe muito da rede de caminhos que havia pela Amazônia e lamentou que esta ainda seja vista como um "mundo selvagem" onde agora a densidade da população é de 0,5 habitantes por quilômetro quadrado, mas onde havia lugares "com 10, 15, 20 habitantes por quilômetro quadrado; até 100 no litoral das Guyanas", disse.
"Estou falando de uma Amazônia muito povoada, todos interligados, mas com idiomas diferentes. Era como a rede da web, mas com seres humanos", disse Rostain, que lembra que, quando começou, há 35 anos, a trabalhar na Amazônia, havia "menos de 10" arqueólogos trabalhando nos sete milhões de quilômetros quadrados. Agora são centenas neste "continente verde", concluiu.
via Opera Mundi
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Menina de 8 anos morre em lua de mel com marido de 40.
Jovem foi vendida pelo padrasto por cerca de R$ 6 mil a um saudita. Segundo os médicos, a menina morreu com ferimentos internos no útero
Uma criança de oito anos morreu no último sábado (07/09) no Iêmen após a lua de mel com o marido de 40 anos, informaram nesta segunda-feira (09/09) as agências dpa e AFP. Segundo os médicos, a menina morreu com ferimentos internos no útero.
A jovem, chamada Rawan, foi vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão Der Tagesspiegel. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita.
Ativistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte.
“Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos”, afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos para a dpa.
Em 2010, outra garota de 13 anos já havia morrido com sangramentos internos cinco dias após o casamento (forçado), de acordo com outra organização de direitos humanos que atua na região.
Há quatro anos, uma lei tentou colocar a idade mínima de 17 anos para o casamento. No entanto, ela foi rejeitada por parlamentares conservadores, que a classificaram de “não islâmica”.
Opera Mundi, com agências
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
STF deve aceitar novo julgamento;prevalece visão jurídica.
Comentário no “RedeTVNews” sobre tendência do STF de aceitar recurso que, na prática, permite novo julgamento parcial de José Dirceu e outros 11 condenados no mensalão. Roberto Barroso e Teori Zavascki privilegiam visão jurídica a viés político. Confira!
via blog do Kennedy
domingo, 8 de setembro de 2013
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