Gazeta do Povo desmascara Aécio Neves: por que ele questiona Dilma e não Beto Richa sobre as contratações diretas sem licitação?
Notícias políticas da Gazeta do Povo de quinta-feira:
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou ontem o que ele chamou de "péssimo exemplo" para o Brasil,o aumento em 8%,em 2011,das compras e contratações de serviços com dispensa ou inexigibilidade de licitação,o que atingiu R$ 13,7 bilhões na administração federal,autarquias e fundações.O senador tucano poderia aproveitar a aproximação com o governador Beto Richa para debater o assunto.O "péssimo exemplo" também foi mal nas terras das araucárias.O governador Beto Richa (PSDB),também optou por dispensar a licitação para contratar aluguel de aviões(da empresa Helisul,a qual trabalhou na campanha eleitoral de Beto Richa);serviço de impressão e reprografia;e compra de combustíveis para viaturas da Polícia Civil,só para dar alguns exemplos...
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Amaury Ribeiro Jr. diz que pode incluir Beto Richa no "A Privataria Tucana 2".
Do Paraná Blogs
Novidades de Amaury: CD,Cartilha em quadrinhos e "Privataria II".
O pessoal do MST me pediu licença para editar uma versão do livro para as crianças e adolescentes,em forma de história em quadrinhos.É claro que eu dei a licença.E tem mais novidade.Vai sair o CD do Privataria com músicas que fiz a alguns anos e que precisam de uns ajustes",revelou Amaury durante o debate realizado na noite de 19/01,em Curitiba.
Alguém lembrou que a privataria tucana não acabou mas continua avançando no Paraná e em outros estados através da "terceirização" da saúde e da cultura,decidida com apoio de deputados aliados do governador Beto Richa (PSDB) sem ouvir em nenhum momento a população. Propõe-se entregar um relatório completo do processo dessa votação,acompanhado dos nomes dos deputados e das empresas que apoiaram suas campanhas eleitorais (obtidos no TRE),para Amaury incluí-lo no "Privataria II",em elaboração.
Amaury afirmou que só escreve com fatos e documentos que provem as denúncias,cabendo às entidades fazer os documentos chegarem até ele.
Os presentes quiseram saber se Amaury acha que a CPI da Privataria sai ou não sai.
"Depende da pressão popular.O livro sozinho já tem dados e informações documentais mais suficientes",responde Amaury que,humoradamente,completa: "Meu 'filho' é 'filho' do Banestado.É a minha CPI e vou voltar a ela no "Privataria II".
Ao final do debate formou-se uma fila para os autógrafos,incrivelmente organizada.
"Êita povo pra gostar de fila,sô,brincou Amaury,pegando a caneta para autografar dezenas de exemplares.
Vendendo dez exemplares de uma só vez para um dirigente da associação dos ex-funcionários do privatizado Banestado,William diz que Curitiba lançou a ideia e o bloqueio da mídia e das redes de livrarias está sendo vencido pelos convites para as dezenas de atos iguais a este que acabamos de assistir".
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Beto Richa gasta 5 vezes mais dinheiro público do que Requião em publicidade.
Da Folha.com,divulgado pelo Blog da Joice
O governo do Paraná,comandado por Beto Richa (PSDB),vai gastar neste ano mais de quatro vezes mais na área de comunicação do que em 2011.
O orçamento de 2011 havia sido definido pelo governador anterior,de Roberto Requião (PMDB) e de seu vice Orlando Pessuti (PMDB).
Durante os oito anos em que governou o Estado,Requião cortou as verbas de publicidade para os jornais e rádios locais,medida que chamava de "choque de moralidade".
Neste ano,os gastos da Secretaria de Comunicação serão de R$ 52,1 milhões-valor quase cinco vezes maior que o orçamento do ano anterior,de R$ 11,6 milhões.
Cerca de 70% do orçamento da pasta,afirma o governo,deve ser destinado a contratos de publicidade,cuja licitação está em andamento.
Seis agências serão contratadas,ao custo total de R$ 143,5 milhões (valor diluído entre várias secretarias).
O objetivo das peças,segundo o edital de licitação,será "resgatar a confiança da população no governo do Paraná e aumentar a autoestima dos paranaenses em relação a seu Estado",além de "atrair o interesse dos grandes investidores".
O secretário de comunicação do Paraná,Marcelo Cattani,disse,via assessoria de imprensa,que,diferentemente do governo anterior,a atual gestão considera a política de comunicação uma política pública.

"[O governo] tem o dever de dar publicidade,de forma clara,abrangente e objetiva,aos programas que desenvolve,afim de que as comunidades tenham conhecimento suficiente daquilo que é realizado em seu favor",afirma o governo,no edital para a contratação das agências de publicidade.
O governo do Paraná,comandado por Beto Richa (PSDB),vai gastar neste ano mais de quatro vezes mais na área de comunicação do que em 2011.
O orçamento de 2011 havia sido definido pelo governador anterior,de Roberto Requião (PMDB) e de seu vice Orlando Pessuti (PMDB).
Durante os oito anos em que governou o Estado,Requião cortou as verbas de publicidade para os jornais e rádios locais,medida que chamava de "choque de moralidade".
Neste ano,os gastos da Secretaria de Comunicação serão de R$ 52,1 milhões-valor quase cinco vezes maior que o orçamento do ano anterior,de R$ 11,6 milhões.
Cerca de 70% do orçamento da pasta,afirma o governo,deve ser destinado a contratos de publicidade,cuja licitação está em andamento.
Seis agências serão contratadas,ao custo total de R$ 143,5 milhões (valor diluído entre várias secretarias).
O objetivo das peças,segundo o edital de licitação,será "resgatar a confiança da população no governo do Paraná e aumentar a autoestima dos paranaenses em relação a seu Estado",além de "atrair o interesse dos grandes investidores".
O secretário de comunicação do Paraná,Marcelo Cattani,disse,via assessoria de imprensa,que,diferentemente do governo anterior,a atual gestão considera a política de comunicação uma política pública.

"[O governo] tem o dever de dar publicidade,de forma clara,abrangente e objetiva,aos programas que desenvolve,afim de que as comunidades tenham conhecimento suficiente daquilo que é realizado em seu favor",afirma o governo,no edital para a contratação das agências de publicidade.
José Dirceu.Condenado pela mídia e inocentado pela Justiça Federal.
Quem acompanhou o caso e entende o mínimo de política e manipulação midiática,já sabia disso,mas agora foi a vez da Justiça Federal dizer o que já sabíamos a tempo,ou seja,a mídia inventou,e o povo acreditou,mas eis que a verdade tarda,mas uma hora se revela...
Justiça Federal inocenta José Dirceu de processo por improbidade.
A Justiça Federal concluiu "não haver qualquer indício de ato de improbidade" cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República,no primeiro governo Lula.Por esse motivo,seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.
A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal-o mesmo que,sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu,o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.
A denúncia,que a mídia e o ex-deputado Roberto Jefferson batizaram de "mensalão",jamais foi comprovada,mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas,ainda não concluído,e mais cinco cotra José Dirceu,entre eles em que agora foi inocentado.
Em sentença publicada no Diário da Justiça,o juiz da 9ª Vara,Alaor Piacini,acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado,Rodrigo Alves Chaves,e o excluiu liminarmente da ação.
Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença,segundo o juiz,é que,de acordo com a jurisprudência do STF,ministros de Estado,cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado,por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade,não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.
Além disso,o juiz considerou,ainda,não haver qualquer indício de ato de improbidade praticado por Dirceu.Por fim,Piacini,em sua sentença,criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.
Justiça Federal inocenta José Dirceu de processo por improbidade.
A Justiça Federal concluiu "não haver qualquer indício de ato de improbidade" cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República,no primeiro governo Lula.Por esse motivo,seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.
A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal-o mesmo que,sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu,o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.
A denúncia,que a mídia e o ex-deputado Roberto Jefferson batizaram de "mensalão",jamais foi comprovada,mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas,ainda não concluído,e mais cinco cotra José Dirceu,entre eles em que agora foi inocentado.
Em sentença publicada no Diário da Justiça,o juiz da 9ª Vara,Alaor Piacini,acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado,Rodrigo Alves Chaves,e o excluiu liminarmente da ação.
Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença,segundo o juiz,é que,de acordo com a jurisprudência do STF,ministros de Estado,cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado,por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade,não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.
Além disso,o juiz considerou,ainda,não haver qualquer indício de ato de improbidade praticado por Dirceu.Por fim,Piacini,em sua sentença,criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.
STF que soltou Daniel Dantas nega Habeas Corpus para José Rainha.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),ministro Cezar Peluso,indeferiu nesta segunda-feira (16) pedido de liminar para Habeas Corpus em favor de José Rainha e de dois outros militantes da reforma agrária que atuam no estado de São Paulo.
Os três presos numa decisão política e em favor do latifúndio,tomada por um juiz federal de Presidente Prudente.Pelos "crimes" apontados,percebesse bem qual entendimento do magistrado sobre a luta pela reforma agrária.
O mais impressionante na decisão expedida pelo presidente do STF é que ele se fundamenta,para impedir a soltura dos militantes,em um precedente de negação de Habeas Corpus relatado pelo ministro Gilmar Mendes.Sim,ele mesmo,o Gilmar Mendes que mandou soltar Daniel Dantas duas vezes e o médico estuprador Roger Abdelmassih,que imediatamente fugiu do Brasil.
Peluso se reportou à decisão do juiz de Presidente Prudente,segundo o qual,mesmo após sua prisão,José Rainha e Antônio teriam ameaçado uma testemunha.Não levou em conta o argumento da defesa de que a suposta ameaça foi sustentada por uma denúncia anônima.
Dois pesos...
Ou seja,para manter José Rainha preso,a testemunha.Mas para soltar Daniel Dantas,não vale uma mala com dois milhões de reais,entregue numa tentativa de suborno,filmada e exibida para milhões de pessoas no Jornal Nacional.
A cada decisão do Supremo,comprovasse que aquele Tribunal é retrato mais fiel de como ainda é injusto o Brasil.E cada vez mais descobrimos como são as sábias as palavras da ministra Eliana Calmon,corregedora nacional da Justiça,que afirmou que existem "muitos bandidos de toga".
De Brasília,
Kerison Lopes.
Os três presos numa decisão política e em favor do latifúndio,tomada por um juiz federal de Presidente Prudente.Pelos "crimes" apontados,percebesse bem qual entendimento do magistrado sobre a luta pela reforma agrária.
O mais impressionante na decisão expedida pelo presidente do STF é que ele se fundamenta,para impedir a soltura dos militantes,em um precedente de negação de Habeas Corpus relatado pelo ministro Gilmar Mendes.Sim,ele mesmo,o Gilmar Mendes que mandou soltar Daniel Dantas duas vezes e o médico estuprador Roger Abdelmassih,que imediatamente fugiu do Brasil.
Peluso se reportou à decisão do juiz de Presidente Prudente,segundo o qual,mesmo após sua prisão,José Rainha e Antônio teriam ameaçado uma testemunha.Não levou em conta o argumento da defesa de que a suposta ameaça foi sustentada por uma denúncia anônima.
Dois pesos...
Ou seja,para manter José Rainha preso,a testemunha.Mas para soltar Daniel Dantas,não vale uma mala com dois milhões de reais,entregue numa tentativa de suborno,filmada e exibida para milhões de pessoas no Jornal Nacional.
A cada decisão do Supremo,comprovasse que aquele Tribunal é retrato mais fiel de como ainda é injusto o Brasil.E cada vez mais descobrimos como são as sábias as palavras da ministra Eliana Calmon,corregedora nacional da Justiça,que afirmou que existem "muitos bandidos de toga".
De Brasília,
Kerison Lopes.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
PURO DEBOCHE-Reitor sem noção (do ridículo) é homenageado pela Veja.
O magnífico "xerifão" da USP!
Quem acessa o site da USP desde o dia 03 de janeiro dá de cara com esta manchete.
Em nada surpreende a homenagem,dada a notória afinidade entre o reitor e a dita revista,tão notória que não me darei ao trabalho de falar sobre.
Ocorre que dessa vez Veja inovou.Além das mentiras de sempre,a matéria estampa no título uma caracterização no mínimo inusitada do reitor,que não podemos deixar passar em branco:"João Galdino Rodas,o xerifão da USP".
Xerifão?!
Por mais fortes que sejam os laços de camaradagem entre o reitor e a revista Veja,dessa vez a famiglia Civita exagerou.Afinal,trata-se do reitor da USP.Diz o protocolo que o tratamento à sua magnificência exige compostura.
Um reitor da USP,presume-se,deveria ser reconhecido publicamente como "acadêmico","cientista","intelectual","mestre"...no mínimo como "administrador" ou "dirigente" e pronto,mas nunca com o rótulo de "xerifão".
É suprassumo de ridículo,de fazer Armando Salles de Oliveira revirar-se no túmulo.E,reparem:nem pra ser só "xerife".Veja quis vulgarizar mesmo:é "xerifão",no aumentativo!
Era de se esperar,portanto,que Rodas solicitasse da revista Veja no mínimo um pedido de desculpas.Mas Rodas não o fez.Não só não o fez,como determinou que a matéria publicada na Veja fosse para o site institucional da USP!
Ora,não posso tirar daí outra conclusão senão que o reitor gostou da patente de "xerifão".Aliás,não surpreenderia se,tendo sido consultado previamente,ele próprio tenha sugerido o triste apelido.
Rodas perdeu de vez a noção do ridículo.
Mas,pensando bem..."acadêmico" e "intelectual" que nada.Afinal,acaso Rodas foi nomeado reitor por algum mérito acadêmico ou intelectual?Em verdade,Serra o nomeou reitor justamente porque,para o PSDB,a USP precisava de um "xerifão".
Rodas foi nomeado reitor para ser o "xerifão" da USP.E,examinando de perto suas atitudes e métodos como reitor,é exatamente isso o que ele está sendo.Não há nada em sua gestão que o habilite a ser reconhecido como "acadêmico","intelectual" etc..
Muitíssima adequada a homenagem!
Via Sintonia Fina-Antônio David
Quem acessa o site da USP desde o dia 03 de janeiro dá de cara com esta manchete.
Em nada surpreende a homenagem,dada a notória afinidade entre o reitor e a dita revista,tão notória que não me darei ao trabalho de falar sobre.
Ocorre que dessa vez Veja inovou.Além das mentiras de sempre,a matéria estampa no título uma caracterização no mínimo inusitada do reitor,que não podemos deixar passar em branco:"João Galdino Rodas,o xerifão da USP".
Xerifão?!
Por mais fortes que sejam os laços de camaradagem entre o reitor e a revista Veja,dessa vez a famiglia Civita exagerou.Afinal,trata-se do reitor da USP.Diz o protocolo que o tratamento à sua magnificência exige compostura.
Um reitor da USP,presume-se,deveria ser reconhecido publicamente como "acadêmico","cientista","intelectual","mestre"...no mínimo como "administrador" ou "dirigente" e pronto,mas nunca com o rótulo de "xerifão".
É suprassumo de ridículo,de fazer Armando Salles de Oliveira revirar-se no túmulo.E,reparem:nem pra ser só "xerife".Veja quis vulgarizar mesmo:é "xerifão",no aumentativo!
Era de se esperar,portanto,que Rodas solicitasse da revista Veja no mínimo um pedido de desculpas.Mas Rodas não o fez.Não só não o fez,como determinou que a matéria publicada na Veja fosse para o site institucional da USP!
Ora,não posso tirar daí outra conclusão senão que o reitor gostou da patente de "xerifão".Aliás,não surpreenderia se,tendo sido consultado previamente,ele próprio tenha sugerido o triste apelido.
Rodas perdeu de vez a noção do ridículo.
Mas,pensando bem..."acadêmico" e "intelectual" que nada.Afinal,acaso Rodas foi nomeado reitor por algum mérito acadêmico ou intelectual?Em verdade,Serra o nomeou reitor justamente porque,para o PSDB,a USP precisava de um "xerifão".
Rodas foi nomeado reitor para ser o "xerifão" da USP.E,examinando de perto suas atitudes e métodos como reitor,é exatamente isso o que ele está sendo.Não há nada em sua gestão que o habilite a ser reconhecido como "acadêmico","intelectual" etc..
Muitíssima adequada a homenagem!
Via Sintonia Fina-Antônio David
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